quarta-feira, 3 de abril de 2013

VIOLÊNCIA CONTINUA AUMENTANDO EM ALTAMIRA, ONDE VAMOS PARAR?


No Bairro Independente 1 em Altamira, na região Oeste do Estado, mais um caso lamentável da escalada da violência na cidade,  na Rua acesso 4 por volta de meia noite deste domingo um rapaz foi morto a tiros no momento em que quatro  pessoas trafegavam  em  uma motocicleta quando foram alvejadas com os disparados por dois homens que vinham em uma outra moto.

As 4 vitimas caíram da moto,  duas delas baleadas com ferimentos gravíssimos,  o rapaz identificado como Cleiton morreu na hora. A mulher que também estava na moto foi levada para o hospital regional onde morreu minutos depois. As outras duas pessoas também  levadas para o hospital tiveram ferimentos, mas passam bem.

As vítimas que sobreviveram, não souberam identificar os autores dos disparos. projeteis  foram encontrados no chão, peritos do iml estiveram no local , as policias civil e  militar foram  acionadas e ainda fizeram buscas. O veiculo foi recolhido para a delegacia por agentes do demutran.  Com depoimentos das duas testemunhas que sobreviveram, a polícia iniciou uma linha de investigação para prender os acusados.

Em duas semanas essa é a 3ª morte na mesma rua, o autônomo Francisco Pereira de 49 anos, também foi morto a tiros, ele entrava em casa em plena segunda-feira quando foi baleada, e faleceu durante a noite do mesmo dia, no Hospital Regional. Moradores estão assustados com a violência na cidade.

PERGUNTAS QUE POUCA GENTE FAZ:

Depois de Belo Monte, CCBM, e tantas grandes empresas na cidade, por que, o efetivo militar em Altamira continua praticamente o mesmo, por que não temos delegados o suficiente na cidade e na região, porque as viaturas vivem mais quebradas do que rodando.

Que tipo de policia paraense é essa, que se abriga dentro de canteiros de obras, de uma empresa privada, enquanto na cidade, o crime mede forças com a Lei?

Tá certo isso? Ou só eu (FELYPE ADMS) penso errado?

Se alguém tiver a resposta comente.

Por: Felype Adms.



Público prestigiando o evento
O tradicional massacre do Judas, que acontece anualmente no Bairro Cidade Alta no município de Brasil Novo, oeste do Pará, reuniu centenas de pessoas para acompanhar a brincadeira em sua 27ª edição. O massacre do Judas, uma tradição antiga e que foi trazida para a comunidade por uma família de nordestinos, já é parte do calendário cultural do Bairro desde o ano de 1984.

Saqueador sendo castigado
Tudo começou na quinta-feira, quando um grupo de jovens mascarados, denominados de “CARETAS”, saíram às ruas da Cidade em busca de donativos para o sítio do Judas. Foram três dias de arrecadação envolvendo cerca de 50 jovens da comunidade, que visitaram várias residências e o centro comercial fazendo arrecadações de donativos para serem saqueados.

Saqueador sendo castigado
Para muitos, a brincadeira é uma apologia à violência, mas para os populares essa é uma das maiores expressões cultural da comunidade – “Essa brincadeira é realmente violenta, mas é tudo bem organizado. Quem entra sabe o risco que corre. Uma das nossas preocupações é de orientar aos caretas para não atingir a cabeça e principalmente o rosto dos participantes por que sem eles essa cultura não estaria viva. Tem alguns deles aí que participam há mais de dez anos” – comentou Rafael Sales, um dos organizadores do evento.

No sábado à tarde, um boneco confeccionado por moradores do bairro e simbolizando Judas, foi pendurado a um tronco de 15,00 m de altura e no domingo todos os donativos são colocados ao redor do tronco em um circo todo ornamentado e vigiado pelos caretas, para que as pessoas entrem e saqueiem o sítio. Para isso deve se preparar para levar muitas chicotadas ou correr bastante para não ser alcançado pelos guardas.

Sec. Mun. de Cultura Alessandro Novaes, João borracheiro e
Claudomiro Gosmann (GATO) coord. de Espertes
O Secretário Municipal de Esporte e Cultura, Alessandro Novaes, acompanhou o  evento e disse que manifestações como esta deve ser respeitada e cultuada por todos – “Uma manifestação como esta deve ser vista por todos nós como uma prioridade e todos devem respeitar. Os moradores da Cidade Alta estão de parabéns por mais uma vez conseguirem levar sua manifestação cultural para uma multidão como esta. A cidade Alta tem sido um celeiro cultural e infelizmente não tem sido valorizada como deve” – afirmou o secretário.

As polícias Civil e Militar foram solicitadas para darem suporte de segurança para os populares envolvidos direta e indiretamente no evento, pedido que foi acatado pelas duas instituições de segurança pública.

O evento foi finalizado com a subida no pau-de-cebo o que só foi conseguido depois de muitas tentativas.

Veja mais fotos:

Saqueador sendo castigado dentro do Sítio

Quem arriscou saquear o Sítio ficou assim

Garoto tentando subir no pau-de-sebo

A derrubada do Judas

Garotada pronta para malhar o judas
Por: Valdemídio Silva
Fotos: Valdemídio Silva e Rosiane Neres 

Polícias Civil e Militar desarticulam pontos de venda de droga em AltamiraPolícias Civil e Militar desarticulam pontos de venda de droga em Altamira

Acusados e Apreensão

 Uma operação integrada resultou nas prisões de quatro homens acusados de tráfico de drogas e na apreensão de um adolescente envolvidos em um esquema de tráfico de entorpecentes em dois pontos de venda de drogas, as chamadas ''bocas de fumo'', em Altamira, sudoeste paraense.
A ação policial foi comandada pelo delegado Paulo Mavignier, da Superintendência Regional do Xingu, com apoio do GTO (Grupo Tático Operacional), da Polícia Militar, sob comando do cabo Herzen. Inicialmente, foram presos Dalzimar Santos da Silva e Robson Drosdoski Salles, que estavam ao lado de um adolescente, em um ponto de venda de entorpecentes na Rodovia Transamazônica.
No decorrer das investigações, outro ponto de tráfico de drogas foi desarticulado. Desta vez, foram presos Edna Cardoso dos Santos e Antônio Aluísio da Silva Lima, apontados como responsáveis em comandar outro ponto de venda de entorpecentes localizado na Rua da Amizade, bairro Boa Esperança. Com eles, foram aprendidas dezenas de pedras de crack, droga de maior incidência na região. O delegado titular da Superintendência Regional do Xingu, Cristiano Marcelo do Nascimento, afirma que a operação policial deflagrada visa combater o tráfico de drogas na região. 

MPF pede execução de sentença que cancelou a maior grilagem do mundo na região da Terra do Meio


O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou à Justiça Federal pedido para que seja executada sentença de 2011 que determinou o cancelamento da matrícula do imóvel rural denominado Fazenda Curuá, ocupado ilegalmente pela empresa Indústria, Comércio, Exportação Navegação do Xingu Ltda. (Incenxil), do Grupo C. R. Almeida.
Situada no Pará, na região da Terra do Meio, a área, de cerca de 4,5 milhões de hectares, corresponde aos territórios da Holanda e Bélgica juntos e é considerada o maior caso de grilagem (invasão de terras públicas) do mundo.
A solicitação, assinada pelo procurador da República Felício Pontes Jr., foi encaminhada no final de março à 9ª Vara da Justiça Federal em Belém. O MPF pediu que seja certificado o trânsito em julgado da sentença referente ao processo em que o juiz federal Hugo da Gama Filho decretou a nulidade da matrícula do imóvel.
O MPF requereu à Justiça que encaminhe ofício ao cartório de registro de imóveis da comarca de Altamira, determinando o cancelamento da matrícula e das averbações decorrentes. Também foi solicitado que a Justiça Federal envie ofício à Fundação Nacional do Índio (Funai) para que a autarquia apresente informações sobre a existência, na gleba grilada, de áreas de Terras Indígenas (TIs) habitadas por não-índios.
Na sentença de 2011, além cancelamento da matrícula, o juiz federal determinou que partes de TIs que se encontram habitadas por não-índios sejam devolvidas às comunidades indígenas que detêm a legítima posse das respectivas áreas. A sentença entendeu como procedente o pedido da Funai para que algumas áreas da fazenda grilada sejam devolvidas às famílias das TIs Baú, Xipaya e Kuruaya, sobrepostas à Fazenda Curuá.
Fonte: Ascom MPF


Diretor diz desconhecer prostíbulo na área da obra de Belo Monte


Representante do consórcio responsável pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, negou que empresa tivesse conhecimento da exploração sexual de mulheres em boate localizada próxima a canteiro de obras. Mas, questionado a respeito da responsabilidade da empresa sobre o que acontece nas imediações do empreendimento, Antonio Carlos de Oliveira informou à CPI do Tráfico de Pessoas que a Norte Energia ficará atenta à segurança no entorno da usina. Oliveira participou de audiência pública na comissão, nesta terça-feira (2).
Em operação policial recente, diversas jovens, uma delas menor, foram encontradas na Boate Xingu, em área no entorno de Belo Monte, trabalhando em regime de escravidão, sendo obrigadas a se prostituir. As meninas haviam sido aliciadas no sul do País e moravam no prostíbulo em pequenos quartos sem janelas e com travas externas, segundo integrantes da CPI que visitaram a região.
Antonio Carlos de Oliveira disse que a boate ficava fora do canteiro, a 2 km da usina, em área particular. Parlamentares da CPI, no entanto, questionaram o desconhecimento alegado pela Norte Energia.
De acordo com o presidente da comissão, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), apesar de localizada em propriedade privada, a boate está dentro dos 3,5 mil hectares sujeitos à desapropriação pelo consórcio responsável por Belo Monte, conforme resolução autorizativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo Jordy, a área como um todo deveria ser fiscalizada pela empresa.
"A resolução autorizativa que define a área a ser desapropriada por interesse social em função das atividades do Complexo Belo Monte diz claramente, no seu parágrafo segundo, que é obrigação da empresa exercer a fiscalização em todo o território objeto da desapropriação", afirmou Jordy.
O parlamentar afirmou ainda ter estranhado "profundamente" quando o representante do Complexo Belo Monte disse, em seu depoimento, não ter conhecimento nenhum da existência dessa boate Xingu. "Ouvimos lá mais de 30 pessoas, várias instituições, e todas sabiam da existência da boate".
Prevenção
Antonio Carlos de Oliveira discordou dos argumentos. Mas informou que, a partir dos questionamentos da CPI, a empresa passará a contribuir na prevenção de situações como a encontrada na boate próxima ao canteiro de Belo Monte. "Vamos ampliar um pouco nossas ações das fronteiras do canteiro, para que, se por ventura identificarmos situações semelhantes a essas, possamos levar aos órgãos competentes, para que ações sejam tomadas. Com isso, contribuir com o objetivo da CPI."
O presidente da CPI disse que a comissão acompanhará as ações do consórcio Norte Energia, não só para prevenir outros casos de exploração sexual como também para exigir o cumprimento dos condicionantes ambientais e sociais do empreendimento. Arnaldo Jordy destacou que, desde o início da construção de Belo Monte, os indicadores de violência na região cresceram, com aumento da prostituição e do consumo de drogas.
Fonte: O Xingu

EX-DELEGADO EM ALTAMIRA MATA SUA ESPOSA EM CAPANEMA-PA


Vítima
Na manhã desta terça-feira (02/04), a Polícia Militar de Capanema foi acionada, via denuncia anônima, que disparos teriam sido ouvidos na BR-316 próximo a uma nascente de água popularmente conhecida por "bica". O Grupo Tático Operacional (GTO) da Polícia Militar ao chegar no local deparou-se com um carro Voyage de cor prata e placa OFN 5545, estacionado as margens da BR-316 e com uma mulher já sem vida no interior do veiculo, a mulher foi identificada apenas como Andreia e havia sido alvejada com dois tiros de pistola.
Francisco Pinto (Delegado)
O GTO, ao realizarem buscas no local, encontraram uma pistola ponto quarenta e em seguida um homem identificado como Francisco Pinto, Delegado de Polícia Civil que se escondia na mata próximo a BR. Segundo o acusado, o casal seguia de Augusto Corrêa, no nordeste do Pará, para Belém, a mulher era sua companheira e devido várias brigas do casal, Francisco teria saído do carro e efetuado os disparos a queima-roupa. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para remover o corpo, que foi levado para Castanhal e aguarda realização de perícia.
O delegado Francisco Pinto foi preso e conduzido para a Delegacia de Crimes Funcionais (Decrif), em Belém, onde deverá ser autuado em flagrante por homicídio. Segundo a Decrif, ele ainda não prestou depoimento sobre o caso.

FONTE: http://www.capanema.info

ENERGIA: Faleiro quer municípios do entorno do complexo do Tapajós contemplados em contrato especial


Por assessoria

O deputado estadual Aírton Faleiro (PT), apresentou na manhã desta quarta-feira, 03, junto à mesa diretora da Assembléia Legislativa, requerimento solicitando à Presidência da República, ao Ministério de Minas e Energia, à Eletrobrás e Eletronorte a execução de contrato especial para atender os municípios do entorno do complexo hidrelétrico do Tapajós (Rurópolis, Aveiro, Trairão, Jacareacanga, Novo Progresso, Itaituba e Belterra).

A efetivação deste contrato especial se justifica pela justiça social e compensação socioambiental às famílias moradoras e empreendedores residentes nestes municípios, ante ao grande impacto que a obra traz. A iniciativa de Faleiro se baseia em evitar erros cometidos no passado, como por exemplo, o caso da Hidrelétrica de Tucuruí, em que apesar da geração de energia para todo o país, a população local ficou esquecida no que se refere ao recebimento de energia.

“Solicito à presidenta Dilma (Rousseff), ao ministro Edison Lobão (MME) e à ministra Mirian Belchior (coordenadora do PAC) esse contrato especial aos municípios do entorno do complexo hidrelétrico do Tapajós, pois tem amparo legal e têm prioridade para receber energia”, disse Faleiro na tribuna.

O complexo do Tapajós estará localizado na bacia do Rio Tapajós, na confluência dos rios Tapajós e Jamanxim, no sul do Pará. É um conjunto de cinco usinas (São Luíz do Tapajós, Jatobá, Jamanxim, Cachoeira do Caí e Cachoeira dos Patos). Após a sua conclusão, o complexo terá a potência instalada de 10.682MW.

Fonte: Assessoria do Dep. Airton Faleiro