sexta-feira, 29 de novembro de 2013
ÓBIDOS: COLISÃO ENTRE BALSA E BARCO DEIXA VÍTIMAS FATAIS
Trabalhador de Belo Monte quer salário pago em Jirau, hidrelétrica que estão em fase de conclusão em Porto Velho (RO).
Os desafios de construção de qualquer hidrelétrica na Amazônia são, basicamente, os mesmos. Não é o que se pode dizer, porém, quando o assunto é a remuneração dos trabalhadores. Há três dias, os mais de 27 mil trabalhadores da hidrelétrica de Belo Monte estão de braços cruzados, por conta de negociações sobre reajuste de salário e benefícios. Basicamente, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada (Sintrapav) quer que o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) ofereça aos funcionários que atuam na beira do rio Xingu condições análogas àquelas dadas aos trabalhadores de Jirau e Santo Antônio, hidrelétricas que estão em fase de conclusão em Porto Velho (RO).
Se um pedreiro que trabalhava em Jirau decide ir para Belo Monte, situação muito comum em construção de barragens, ele terá de trocar um salário mensal de R$ 1.392 por R$ 1.133, uma diferença de 18,6%, segundo informações do Sintrapav Pará. A cesta básica, que na hidrelétrica do rio Madeira é de R$ 350, cai para R$ 200 em Belo Monte, informa o sindicato. As diferenças de salários e benefícios costumam ser explicadas, em parte, pelas condições firmadas nos contratos entre empreiteiras e os consórcios donos das usinas. Para o Sintrapav, o argumento não explica a situação. "As empreiteiras que atuam nessas usinas são exatamente as mesmas. O trabalhado desempenhado é o mesmo. São todas obras localizadas na região amazônica. Não há razão para ter uma situação de tanto desequilíbrio", disse o vice-presidente do Sintrapav do Pará, Roginel Gobbo.
O sindicato pede reajuste de salário de 15% para os funcionários de Belo Monte e cesta básica de R$ 380. O CCBM ofereceu um reajuste de 11% e cesta básica de R$ 260, mas não houve acordo. Apesar de o consórcio construtor sinalizar que não pretende fazer uma contraoferta, são boas as chances de se chegar hoje a uma definição sobre o fim da greve, em assembleias marcadas para ocorrer entre o sindicato e os trabalhadores da usina. Caso os trabalhadores decidam por levar a paralisação adiante, o tema passará a ser tratado pela Justiça do Trabalho. Na prática, isso não significa melhores condições para os funcionários da usina.
Ao seguir para a Justiça, o CCBM pode retirar a sua proposta e o reajuste passar a levar em conta apenas critérios como a correção da inflação. "Sabemos que isso pode ocorrer, mas essa é uma decisão do trabalhador. O sindicato vai expor a situação e vamos chegar a uma solução", disse Gobbo.
As paralisações já se transformaram em uma dor de cabeça para o CCBM e o consórcio Norte Energia, dono da usina. Ao todo, já são 97 dias com canteiros de obra parados parcialmente ou integralmente desde o início das obras da hidrelétrica, em julho de 2011. Isso significa horas extras e mais custos para não comprometer a meta de ligar a primeira turbina de Belo Monte em fevereiro de 2015. A usina está em sua fase de pico de obras. Uma negociação sobre aditivo por conta de custos adicionais já está em andamento entre o CCBM e a Norte Energia.
Procurado pelo Valor, o CCBM informou que até agora não foi registrado nem um tipo de problema por conta da paralisação e que todos os funcionários permanecem nos alojamentos das obras.
Liderado pela Andrade Gutierrez, o CCBM reúne as construtoras Camargo Corrêa, Odebrecht e Queiroz Galvão, entre outras. Em Jirau, a empreiteira que comanda as obras é a Camargo Corrêa. Na hidrelétrica de Santo Antônio, quem está à frente é a Odebrecht.
Em abril do ano passado, O Sintrapav chegou a coordenar a paralisação dos trabalhadores por dez dias. A greve, no entanto, acabou sendo julgada como ilegal pela Justiça do Trabalho da 8ª Região e todos os trabalhadores foram obrigados a voltar ao trabalho.
Belo Monte terá capacidade instalada de 11.233 megawatts (MW), com geração garantida de 4.571 (MW), suficiente para atender 18 milhões de residências, quase 60 milhões de pessoas. Obra de infraestrutura mais cara do país, o empreendimento tem o custo total estimado em R$ 29 bilhões.
Valor
Se um pedreiro que trabalhava em Jirau decide ir para Belo Monte, situação muito comum em construção de barragens, ele terá de trocar um salário mensal de R$ 1.392 por R$ 1.133, uma diferença de 18,6%, segundo informações do Sintrapav Pará. A cesta básica, que na hidrelétrica do rio Madeira é de R$ 350, cai para R$ 200 em Belo Monte, informa o sindicato. As diferenças de salários e benefícios costumam ser explicadas, em parte, pelas condições firmadas nos contratos entre empreiteiras e os consórcios donos das usinas. Para o Sintrapav, o argumento não explica a situação. "As empreiteiras que atuam nessas usinas são exatamente as mesmas. O trabalhado desempenhado é o mesmo. São todas obras localizadas na região amazônica. Não há razão para ter uma situação de tanto desequilíbrio", disse o vice-presidente do Sintrapav do Pará, Roginel Gobbo.
O sindicato pede reajuste de salário de 15% para os funcionários de Belo Monte e cesta básica de R$ 380. O CCBM ofereceu um reajuste de 11% e cesta básica de R$ 260, mas não houve acordo. Apesar de o consórcio construtor sinalizar que não pretende fazer uma contraoferta, são boas as chances de se chegar hoje a uma definição sobre o fim da greve, em assembleias marcadas para ocorrer entre o sindicato e os trabalhadores da usina. Caso os trabalhadores decidam por levar a paralisação adiante, o tema passará a ser tratado pela Justiça do Trabalho. Na prática, isso não significa melhores condições para os funcionários da usina.
Ao seguir para a Justiça, o CCBM pode retirar a sua proposta e o reajuste passar a levar em conta apenas critérios como a correção da inflação. "Sabemos que isso pode ocorrer, mas essa é uma decisão do trabalhador. O sindicato vai expor a situação e vamos chegar a uma solução", disse Gobbo.
As paralisações já se transformaram em uma dor de cabeça para o CCBM e o consórcio Norte Energia, dono da usina. Ao todo, já são 97 dias com canteiros de obra parados parcialmente ou integralmente desde o início das obras da hidrelétrica, em julho de 2011. Isso significa horas extras e mais custos para não comprometer a meta de ligar a primeira turbina de Belo Monte em fevereiro de 2015. A usina está em sua fase de pico de obras. Uma negociação sobre aditivo por conta de custos adicionais já está em andamento entre o CCBM e a Norte Energia.
Procurado pelo Valor, o CCBM informou que até agora não foi registrado nem um tipo de problema por conta da paralisação e que todos os funcionários permanecem nos alojamentos das obras.
Liderado pela Andrade Gutierrez, o CCBM reúne as construtoras Camargo Corrêa, Odebrecht e Queiroz Galvão, entre outras. Em Jirau, a empreiteira que comanda as obras é a Camargo Corrêa. Na hidrelétrica de Santo Antônio, quem está à frente é a Odebrecht.
Em abril do ano passado, O Sintrapav chegou a coordenar a paralisação dos trabalhadores por dez dias. A greve, no entanto, acabou sendo julgada como ilegal pela Justiça do Trabalho da 8ª Região e todos os trabalhadores foram obrigados a voltar ao trabalho.
Belo Monte terá capacidade instalada de 11.233 megawatts (MW), com geração garantida de 4.571 (MW), suficiente para atender 18 milhões de residências, quase 60 milhões de pessoas. Obra de infraestrutura mais cara do país, o empreendimento tem o custo total estimado em R$ 29 bilhões.
Valor
Os casos de ausência de poder público continuam em Uruará
As famílias da zona rural do município de Uruará continuam sofrendo com a ausência do poder público quanto a recuperação das estradas vicinais. Diante dessa ausência os moradores são obrigados a reunir recursos financeiros próprios para pagar o trabalho de recuperação das estradas, desta vez os moradores do travessão 175 sul foram obrigados a comprarem o óleo diesel para que uma máquina da prefeitura pudesse melhorar as condições do travessão que estão péssimas e impossibilitando a normalidade de tráfego conseqüentemente o escoamento da produção.
O caso é semelhante ao ocorrido no travessão 190 norte quando os moradores tiveram que pagar R$ 230,00 por hora para que uma máquina particular fizesse a recuperação da vicinal. No Travessão do Zero Km 140 vários agricultores fizeram um acordo na Câmara de vereadores com a prefeitura em que os colonos alugam uma caçamba para ajudar a arrumar o travessão.
Num município com cerca de 40 travessões e diversos ramais persistindo essa ausência do poder público, milhares de famílias poderão ficar isoladas no período chuvoso de 2014 que já está se aproximando.
Por: Joabe Reis
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
CERIMÔNIA MARCA POSSE DA PRIMEIRA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE BRASIL NOVO
| Prefeita Marina Sperotto, Vereadora Graça Santos e o Sec. Sandro dos Santos |
A prefeita de Brasil Novo, Marina Sperotto, participou na noite de terça-feira, dia 26, da cerimônia de posse da Diretoria da Associação Comercial e Industrial de Brasil Novo – ACIBRAN que foi realizada no auditório da Prefeitura Municipal e contou com a presença de vários empresários do município e celebrou a oficialização da primeira equipe administrativa daACIBRAN, que irá gerir a entidade por dois anos. Na cerimônia a Prefeita esteve acompanhada do Secretário Municipal de Administração e Finanças, Sandro dos Santos. A diretoria empossada no evento, tendo como presidente o Empresário Pablo Medeiros “O CHOCÃO”, e vice presidente o Empresário Roberto Peres Martins ocorreu com chapa única no dia 15 de outubro. Estiveram no evento ainda o Superintendente da FACIAPA, Sr. Mauro Bastos; o representante da Redes – FIEPA, Sr. Hugo Suenaga; o Gerente Regional do SEBRAE Sr. Cleber Broseguini; o presidente da Câmara Municipal de Brasil Novo o Vereador Lindomar Carvalho “SANTOS” e o Presidente da ACIAPA Sr. Valdir Narzeti.
| Sr. Mauro Bastos Superintendente da FACIAPA |
Ao declarar empossado o presidente da ACIBRAN o Sr. Mauro Bastos, Superintendente da FACIAPA, disse que é preciso entender a força produtiva representada pela atividade empresarial – “Quando a gente fala em associação, vocês tem que entender que os empresários é a força produtiva pois são eles que geram renda e geram empregos no município e os empresários unidos, uma associação forte é uma associação que pode chegar em qualquer lugar e pode fazer o município crescer” – disse o Superintendente,
| Roberto Peres Martins Vice-presidente se confraternizando com Presidente da ACIBRAN Pablo Medeiros |
O Presidente da ACIBRAN, o Empresário Pablo Medeiros “O CHOCÃO” disse que é preciso que os empresários estejam unidos na busca de idéias inovadoras para o crescimento econômico municipal – “É preciso que façamos campanhas para que tornemos o município um lugar atrativo para se fazer compras e com uma associação forte e um grupo unido, são muitas idéias a serem colocadas em prática pois não se consegue nada se tivermos a idéia e não usarmos ela para o crescimento de nossas empresa. Isso se consegue através de um grupo forte e de boas parcerias como com a REDES e com o SEBRAE. Somos um pequeno grupo, mas é um grupo que tem um potencial muito grande e é importante nos unirmos para trazermos para Brasil Novo idéias inovadoras que contribuam para o desenvolvimento econômico como num todo” – Apontou o Presidente eleito.
| Prefeita Marina Sperotto com Presidente da ACIBRAN Pablo Medeiros e a Diretora de Serviços de Proteção ao Crédito Eziana Souza Soares |
A discussão de criação da ACIBRAN partiu da necessidade de união entre os empresários locais, para dessa forma, constituir novos caminhos viáveis para o desenvolvimento organizacional, o crescimento das empresas envolvidas e da economia municipal. Em seu discurso durante o evento a prefeita desejou sucessos ao presidente eleito e a todos os demais integrantes da nova diretoria para o próximo biênio. Também reforçou ao presidente eleito que a Prefeitura de Brasil Novo tem trabalhado de forma planejada para oferecer cada vez mais estrutura aos empresários e prestadores de serviços da cidade e que deseja continuar incentivando as atividades empresariais no município – “Gosto sempre de dizer que se o comércio vai bem, tudo vai bem. Tem mais emprego e isso é muito bom para o município. Quero parabenizar todos os empresários do município pela iniciativa e pela união pois unidos poderemos chegar em qualquer lugar e só quem vai ganhar com isso são nossos munícipes. Quero dizer também que a prefeitura está aqui para apoiar e contribuir para o que for melhor para nossa população.” – Afirmou Marina Sperotto Prefeita de Brasil Novo.
| Diretoria e convidados |
A DIRETORIA FICOU COMPOSTA DA SEGUINTE FORMA:
- Presidente Pablo Medeiros e Vice-Presidente Roberto Peres Martins;
- 1º Secretário Eliezio Buchinger e 2º Secretário Noédson Carvalho Pereira;
- 1º Tesoureiro Joserlan Alves e 2º Tesoureiro Sebastião Cardoso Sperotto;
- Diretora de Promoção de Eventos Franqueslene Michelle Dos Santos;
- Diretor Social Elias Souza Araújo
- Diretora de Relações Públicas Thiele Jessie Castro Moreira
- Diretora Serviço de Proteção ao Crédito Eziana Souza Soares
Conselho Fiscal:
Titulares: Delmira Mácia Moreira e Luciano Peixoto Barbosa
Suplentes: Marcelo Caetano Lagares e Cléber dos Santos Souza
Conselho deliberativo:
Titulares: Dilson José e Neilo Bergamin Moreira
Suplentes: Érico Muny Costa Botelho (Rocha)
A cerimônia de posse foi finalizada com um Coffee Break servido aos empresários e convidados .
Mais fotos:
| Thiele Jessie Dir.ª de Rel. Pub; Michelle Dos Santos Dir.ª de Pro. e Eventos e a Dirª de SPC Eziana Souza Soares |
| Diretor Social da ACIBRAN Elias Souza Araújo |
| Presidente da ACIBRAN Pablo Medeiros, 2º Sec. Noédson Carvalho e o Vice-presidente Roberto Peres Martins |
| Presidente da ACIBRAN Pablo Medeiros apresentando a diretoria em sua posse |
| Presidente Pablo Medeiros com o Vice-presidente Roberto Peres Martins e Autoridades |
| Vice-presidente Roberto Peres Martins, o Empresário Serginho e o Presidente Pablo Medeiros |
Por: Valdemídio Silva
Fotos: Valdemídio Silva e Raimundo Nascimento
ALTAMIRA: OPERÁRIOS DE BELO MONTE FICAM FERIDOS EM ACIDENTE
Operários de Belo Monte ficam feridos em acidente.
Cerca de 20 pessoas foram atendidas pelos bombeiros, todas com vida, minutos após o acidente elas foram encaminhadas aos hospitais de Altamira.
O corpo de bombeiros foi acionado e teve que usar equipamentos com o desencarcerador, para cortar as ferragens e tirar vítimas que estavam presas, pelo 20 pessoas pessoas ficaram feridas, ninguém morreu, parte das vítimas foram encaminhadas para o hospital Regional, os menos grave foram encaminhados para o hospital Municipal São Rafael.
A frente de um dos ônibus ficou completamente destruída, a traseira do caminhão estacionado na lateral da pista abriu por completo e o veículo terminou saindo da pista, a polícia rodoviária federal controla o trânsito na área, no início da noite o fluxo de veículo se multiplica por conta de dezenas de ônibus da CCBM que deixam os canteiros de obras com direção a sede do município de Altamira.
O acidente em números:
20 pessoas feridas.
Hospital Regional, Hospital Santo Agostinho e Municipal foram usados para socorrer as vítimas.
12 homens dos bombeiros participaram do resgate.
CCBM está dando assistência aos feridos.
8 homens da PRF estiveram organizando o trânsito.
Por: Felype Adms.
Fonte: Altamira Hoje
Brasil Novo vira referência ambiental
Município é exemplo para cidades que se encontram em embargo ambiental
No mês de novembro, o município de Brasil Novo se tornou referência positiva quando se trata de desembargo ambiental. Depois de sair do cadastro do Ministério do Meio Ambiente (MMA), em setembro, que aponta os municípios que mais desmatam na Amazônia, Brasil Novo conseguiu cumprir as metas em apenas 180 dias, tempo recorde, e servir de exemplo para os demais municípios brasileiros que se encontram na situação de embargo ambiental.
Entre as metas estipuladas pelo MMA estão a redução no desmatamento e a educação ambiental para os produtores rurais. Para alcançá-las, Brasil Novo contou com o apoio da Norte Energia, empresa responsável pela construção e operação da Usina Belo Monte. Com o desenvolvimento sustentável, a cidade passa a ter incentivos e créditos do Governo Federal, com reais possibilidades de incrementar sua economia."Conseguimos provar que enquanto Belo Monte acontece, nossa economia local será mais estruturante, com linhas de crédito abertas aos produtores rurais, que agora têm livre fronteira de negócios no agrobusiness. Assim evitamos o êxodo rural e expandimos a forma de captação de investidores", diz a secretária municipal de Meio Ambiente de Brasil Novo, Zelma Campos.
O decreto 6321/2007 estabelece que o MMA deve editar e atualizar periodicamente a lista de municípios com desmatamento monitorado, desde que esses atendam a dois requisitos: possuam 80% dos imóveis devidamente supervisionados por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR), e mantenham taxa de desmatamento anual abaixo do limite estabelecido em portaria do Ministério.
Fonte: O Liberal
Parceria entre Hospital Regional de Altamira e Hemopa arrecada 270 bolsas de sangue
Uma campanha do Hemopa em parceria com o Hospital Regional de Altamira arrecadou 270 doações de sangue. Com o tema “Todos em favor da vida”, a campanha é parte das ações do hospital e do Hemocentro do Pará no sentido de estimular a doação de sangue, tendo em vista a grande carência de bolsas de sangue no município.
O hospital utiliza uma média mensal de 140 bolsas, a maioria em procedimentos de urgência e emergência, e precisa da doação voluntária para atender esta demanda. De acordo com a Agência Transfusional do hospital, a falta de bolsas dificulta o agendamento de cirurgias eletivas e procedimentos.
A direção do Hospital promoveu uma gincana entre equipes para motivar a doação entre os funcionários e incentivá-los a conseguir a adesão de mais pessoas para este gesto de amor ao próximo. A equipe vencedora ganhou uma cesta de chocolates. Maressa Alberge, terapeuta ocupacional do HRPT, foi uma das doadoras. “’Já sou doadora há uns cinco anos, e tive casos de familiares que precisaram de transfusão, mas o meu principal objetivo é ajudar o próximo”, explicou.
Daniel Johann, também colaborador do hospital, doou pela primeira vez. "Acho que a pessoa que chega aqui precisando não sabe da dificuldade em se obter uma bolsa de sangue, a campanha me estimulou, com certeza, mas eu já tinha vontade de me tornar um doador e pretendo fazer isso outras vezes", disse.
Entre os doadores estiveram bombeiros, soldados do Exército, policiais militares, civis e federais, guardas municipais e profissionais do hospital, entre outras instituições.
AP
O hospital utiliza uma média mensal de 140 bolsas, a maioria em procedimentos de urgência e emergência, e precisa da doação voluntária para atender esta demanda. De acordo com a Agência Transfusional do hospital, a falta de bolsas dificulta o agendamento de cirurgias eletivas e procedimentos.
A direção do Hospital promoveu uma gincana entre equipes para motivar a doação entre os funcionários e incentivá-los a conseguir a adesão de mais pessoas para este gesto de amor ao próximo. A equipe vencedora ganhou uma cesta de chocolates. Maressa Alberge, terapeuta ocupacional do HRPT, foi uma das doadoras. “’Já sou doadora há uns cinco anos, e tive casos de familiares que precisaram de transfusão, mas o meu principal objetivo é ajudar o próximo”, explicou.
Daniel Johann, também colaborador do hospital, doou pela primeira vez. "Acho que a pessoa que chega aqui precisando não sabe da dificuldade em se obter uma bolsa de sangue, a campanha me estimulou, com certeza, mas eu já tinha vontade de me tornar um doador e pretendo fazer isso outras vezes", disse.
Entre os doadores estiveram bombeiros, soldados do Exército, policiais militares, civis e federais, guardas municipais e profissionais do hospital, entre outras instituições.
AP
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